Plataformas em operação em Campos

•30 janeiro 2010 • Deixe um comentário

Unidades Marítimas em Operação na Bacia de Campos (RJ)

Sigla Tipo Capacidade de produção Capacidade de estocagem de óleo (mil barris) Lâmina d’água (m) Número de poços (produtores/injetores)
Óleo
(mil barris/dia)
Gás
(mil de m3/dia)
Produtores Injetores
ESPF Flutuante 100 2.500 1.700 800 12 5
P-07 Flutuante 56 900 - 209 22 -
P-08 Flutuante 60 1.600 - 423 19 2
P-09 Flutuante 38 550 - 230 18 -
P-12 Flutuante 35 900 - 100 24 3
P-15 Flutuante 37 480 - 243 13 -
P-18 Flutuante 100 1.950 - 910 19 12
P-19 Flutuante 100 2.800 - 770 14 7
P-20 Flutuante 60 1.000 - 620 8 -
P-25 Flutuante 100 3.000 - 575 33 -
P-26 Flutuante 100 2.800 - 990 16 9
P-27 Flutuante 50 1.500 - 520 8 2
P-31 Flutuante 200 2.900 1.384 330 35 -
P-33 Flutuante 50 1.500 1.760 780 6 3
P-35 Flutuante 130 3.000 1.500 850 15 6
P-37 Flutuante 150 6.200 2.000 905 18 11
P-40 Flutuante 150 4.000 - 1.080 13 8
FPBR Flutuante 90 3.000 900 1.280 9 3
FPF Flutuante 90 1.500 - 190 - -
PCE-1 Fixa 60 1.100 - 142 62 -
PCH-1 Fixa 44 1.900 - 142 23 -
PCH-2 Fixa 48 1.900 - 88 27 10
PCP-1 Fixa - - - 88 27 3
PCP-2 Fixa - - - 86 18 3
PGP-1 Fixa 200 2.100 - 120 28 3
PNA-1 Fixa 40 3.000 - 145 12 9
PNA-2 Fixa 60 400 - 170 26 4
PPG-1 Fixa 190 700 - 101 19 2
PPM-1 Fixa 80 2.100 - 115 42 1
PVM-1 Fixa - - - 80 21 -
PVM-2 Fixa - - - 80 22 -
PVM-3 Fixa - - - 80 21 -
SEILL Flutuante 20 - 314 1500 2 -
FPMLS Flutuante - - - 1140 5 4
P-43 Flutuante 150 6.000 1.600 805 5 -
P-48 Flutuante 150 6.000 1.600 1040 1 -

Fonte: Petrobras

O nome dos campos de petróleo

•30 janeiro 2010 • Deixe um comentário

Enchova, Marlim Sul, Barracuda, Badejo etc, são nomes que fazem parte do dia-a-dia dos trabalhadores da Petrobras. Estes, e muitos outros seres submarinos, emprestam seus nomes aos campos de petróleo da plataforma continental brasileira. Mas como essa história começou?

É no mar que a Petrobras concentra seus maiores êxitos na exploração de petróleo e, foi em 1968, com a perfuração do primeiro poço na costa do Sergipe, que surgiu o primeiro campo de petróleo com nome de peixe: o Guaricema. A escolha do nome foi do geólogo José Carlos Braga, que se inspirou no livro “Os peixes do Brasil”.

A partir desta data, todos os campos da plataforma continental passavam a ser batizados com nomes de peixes. As descobertas continuaram e, no final de 1969, foi a vez de Cioba. Logo vieram Dourado, Camorim, Tigre, Arraia e Robalo, este último em 1973. As descobertas ainda eram modestas e os nomes eram escolhidos sem muito critério.

Somente a partir de 1973 foram desenvolvidas normas para a escolha dos nomes dos campos. Deveria ser de um peixe brasileiro comum na região da descoberta. Outra determinação era evitar peixes com nomes vulgares. Tantas descobertas de campos de petróleo, geraram escassez de nomes de peixes, o que levou a Petrobras a escolher seres marinhos para o batizar seus campos. Assim nasceram Estrela do Mar, Caravela, Coral, Tartaruga, Cachalote, Jubarte, Baleia Franca, entre outros. Veja a galeria com as imagens e informações sobre alguns peixes e seres marinhos, que dão nome aos campos explorados pela Petrobras.

Fonte: Petrobras

Intuição de pioneiro abriu caminhos em águas profundas

•30 janeiro 2010 • 2 Comentários

“Um visionário, um descobridor de caminhos”. Talvez sejam essas as definições que mais se ajustem à trajetória de vida de Carlos Walter Marinho Campos, um pioneiro da exploração de petróleo no Brasil. Não é por acaso que elas estão apostas em um grande painel no memorial em homenagem ao geólogo, na sede da Unidade de Negócios da Bacia de Campos, em Imbetiba, Macaé.

Durante quase três décadas, Marinho Campos dedicou-se a campanhas exploratórias em toda a plataforma continental, formou uma geração de geológos de petróleo e foi um obstinado defensor da capacitação tecnológica brasileira em águas profundas.

É questão de justiça reconhecer que a estruturação da Bacia de Campos como a mais sólida província petrolífera do País muito se deve à competência, ao empenho e, sobretudo, à intuição de Marinho Campos. Em 1977, ainda nos primórdios da Bacia de Campos, ele afirmava: “O início da exploração de petróleo foi marcada por homens desprovidos de conhecimento geológico, mas dotados de notável intuição sobre onde buscá-lo”. Foi essa intuição que levou Marinho Campos a convencer o governo federal a investir na exploração de petróleo em águas profundas -o que acabou se revelando uma vocação da indústria petrolífera nacional.

O Memorial CarlosWalter Marinho Campos homenageia o pioneiro da exploração de petróleo no Brasil

Mineiro de Barbacena, nascido a 15 de fevereiro de 1928, Marinho Campos formou-se em Engenharia pela Escola de Minas de Ouro Preto, em 1952. Já no ano seguinte ingressou como geólogo assistente no Conselho Nacional do Petróleo e realizou seus primeiros trabalhos de campo no Maranhão e no PiauÍ. Em 1954 foi admitido na Petrobras, onde galgou diversos cargos, até chegar ao posto de diretor. Entre 1979 e 1985 formulou a política de exploração em águas profundas, concentrando pesquisas na Bacia de Campos. São desse período as descobertas dos campos de Marlim e Albacora, duas evidências de que a intuição de Marinho Campos estava certa.

Casado com Zélia Marinho Campos, cinco filhos e sete netos, o geólogo aposentou-se na Petrobras em outubro de 1985 e passou a se dedicar à iniciativa privada até o seu falecimento, em 19 de fevereiro de 2000, aos 72 anos.

Fonte: Petrobras

O Perfil da Bacia de Campos

•30 janeiro 2010 • 2 Comentários

O crescimento registrado nesses anos de produção da Bacia de Campos, permite que ela possa ser comparada a uma cidade com população em torno de 40 mil pessoas. Esses habitantes, muitos dos quais se revezam em 14 dias de trabalho confinado, dividem-se por 64 plataformas de perfuração e produção, garantindo uma produção de 1 milhão 250 mil barris de petróleo por dia, e 17 milhões de metros cúbicos de gás natural também por dia. A produção de petróleo da Bacia de Campos equivale à de alguns países da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

A Petrobras tem 39 campos de petróleo na Bacia de Campos, que garantem mais de 80% da produção nacional. Esses campos, batizados com nomes de peixes da costa fluminense, contêm reservas de óleo equivalente da ordem de 9,7 bilhões de barris. Eles se espalham por uma área de 115 mil quilômetros quadrados, em profundidade d’água de até 3.400 metros.

Além das plataformas e navios, a complexa rede de produção e escoamento da Bacia de Campos compreende cerca de 4.200 quilômetros de dutos submarinos. Parte da produção é escoada por dutovias, desde as plataformas até o terminal de Cabiúnas, próximo de Macaé, e daí até as refinarias de Duque de Caxias (Reduc) no Rio de Janeiro e Gabriel Passos (Regap) em Minas Gerais. O restante da produção é transferida por navios para os teminais de Madre de Deus (BA), de Ilha Grande (RJ), de São Sebastião (SP), de São Francisco do Sul (SC) e Tramandaí (RS).

A trajetória de sucesso da Bacia de Campos deverá prosseguir por muitos anos. Mais do que uma cidade, ela se transformou nos últimos anos, em uma gigantesca indústria onde são utilizadas e aperfeiçoadas as tecnologias de produção de petróleo em águas profundas, que conduziram o Brasil à liderança mundial nessa área e servem de referência às maiores empresas internacionais do setor.

Essa vocação se amplia com as novas descobertas na região e os projetos e encomendas de novas plataformas. No planejamento da Petrobras para o período 2003-2007, for prevista a entrada de 10 novas plataformas nos campos descobertos em águas profundas.

Além da geração de empregos diretos e indiretos e da contribuição compulsória representada pelo recolhimento de impostos, taxas e pagamentos de royalties, – somente estes em torno de R$ 2 bilhões e 500 milhões no ano de 2002 – em benefício da União, estados e municípios, a Petrobras está presente na área de influência da Bacia de Campos através de diversos projetos sócio-comunitários, culturais, ambientais e de infra-estrutura.

Os programas da Petrobras para a região da Bacia de Campos abrangem os setores educacional, cultural, esportivo e de preservação ambiental. Entre outros, destacam-se: Plantando o Futuro (educação agrícola-ambiental com plantio de hortas nas escolas). Programa de Criança (iniciação esportiva, cultural, recreativa e assistência de saúde na rede pública de ensino). Programa de Leitura ( bibliotecas volantes). Projeto Sentrinho (apoio a portadores de distúrbios neurológicos). Projeto Tamar (preservação de tartarugas marinhas). Ecolagoas (estudo e monitoramento das lagoas do Norte Fluminense). Reciclar (reciclagem de resíduos com lucros revertidos através de cestas básicas para a comunidade) e diversos projetos de desenvolvimento da infra-estrutura regional de apoio a entidades.

Fonte: Petrobras

Oportunidades

•30 janeiro 2010 • 6 Comentários

Engenheiro de Petróleo Pleno – 26/01/10
Salvador – BA
Michael Page
Para aplicar-se a vaga, o candidato deve ter formação superior em Engenharia de Petróleo com conhecimentos de métodos de elevação artificial, reservatórios, sondas e processos de produção de petróleo e gás. É desejável inglês fluente, além das capacidades de trabalhar em equipe, sob pressão e com liderança.
Os interessados na vaga devem clicar aqui!

Service Leader – Drill Bits – 26/01/10
Macaé – Rio de Janeiro
Michael Page
Para aplicar-se a esta vaga, o candidato deve formação superior em Engenharia Mecânica, Produção ou Industrial com conhecimentos na operação e manutenção de cada tipo de equipamento / unidade / ferramenta normalmente utilizada para o serviço de linha de produtos. Com habilidades excepcionais dentro da linha de serviços e conhecimentos específicos e de compreensão das funções de outros serviços.
Os interessados na vaga devem clicar aqui!

Engenheiro Sênior – Posto de Brocas – 26/01/10
Macaé – RJ
Michael Page
Para se candidatar à vaga o candidato deve ter formação superior em Engenharia e demonstrar capacidade de executar todos os aplicativos de Avaliação Especialista em funções. Deve ter experiência em operações relacionadas e possuir AE Certificação através do Programa de Desenvolvimento AE ou experiência equivalente suficiente para executar com êxito as funções essenciais do trabalho.
Os interessados na vaga devem clicar aqui!

Gerente Financeiro – 26/01/10
Rio de Janeiro
Michael Page
Para se candidatar à vaga o candidato deve ter experiência em gerenciamento financeiro em ambiente dinâmico e de rápido crescimento multinacional, de preferência Oil & Gas. É necessário grande experiência em contabilidade e orçamento, assim como a consciência da boa situação fiscal e jurídica. Aptidões e competências interpessoais e capacidade de trabalhar com prazos rigorosos são uma obrigação, como também Inglês fluente.
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Consultor Júnior – 26/01/10
Niterói – RJ
Manager Online
Função do cargo: Identificar o visto pertinente para entrada do estrangeiro no Brasil; Solicitar e conferir a documentação necessária para o processo, observando os requisitos presentes nas Resoluções Normativas emitidas pelo Conselho Nacional de Imigração; Construir e alimentar planilhas visando manter o cliente informado através de relatórios semanais; Estar atento ao controle dos prazos acerca do deferimento do visto, possíveis prorrogações.
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Assistente de Exportação – 26/01/10
Indaiatuba – SP
Manager Online
Conhecimento em exportação (fluxo documental), conhecimento operacional/ documental memorando de exportação.
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Assistente Vendas / Comércio Exterior – 26/01/10
Guarulhos – SP
Manager Online
Atendimento a clientes (mercado interno e externo). Elaboração de relatórios gerenciais. Rotinas de comércio exterior.
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Analista de Comércio Exterior – 26/01/10
São Paulo – SP
Manager Online
Experiência anterior em trading, idioma inglês fluente (conversação, leitura e escrita), desejável idioma japonês para conversação, experiência anterior na área comercial, disponibilidade para viagens.
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Comprador Internacional – 26/01/10
São Paulo – SP
Manager Online
Imprescindível ter atuado como Comprador Internacional em qualquer segmento e experiência com comércio exterior. Contato com fornecedores internacionais (cotação, negociação de preços e prazo). Acompanhamento do material importado. Follow up dos pedidos de compra de produtos acabados nacionais. Coordenação do fluxo de importação junto aos despachantes aduaneiros. Lançamento de numerários no SAP. Preenchimento de relatórios gerenciais / indicadores, entre outros.
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Supervisor Comércio Exterior – 26/01/10
Diadema – SP
Manager Online
Irá supervisionar 4 colaboradores e atuará com importação e exportação.
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Supervisor de Venda – 26/01/10
São Paulo – SP
Manager Online
Supervisor de vendas de uma indústria têxtil para atender aos principais e maiores clientes. Este profissional dará suporte ao diretor comercial no que se refere ao atendimento aos clientes de grande porte.
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Analista de Importação – 26/01/10
São Paulo – SP
Manager Online
Formação superior em Comércio Exterior, sendo desejável com pós-graduação em logística internacional. Vivência em logística no desembaraço de mercadorias. Especialista em Drawback, com bons conhecimentos em regimes aduaneiros especiais. Desejável credenciado pela Infraero como despachante aduaneiro. Experiência no deferimento de licenças de importação nos seguintes orgão: Decex, Secex, Anvisa, Ibama e ANP. Inglês em nível avançado.
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Comprador (a) – 26/01/10
Campinas – SP
Manager Online
Formação Comércio Exterior ou área relacionada. Inglês fluente, conhecimento na área de exportação ou importação.
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Analista de Importação – 26/01/10
Guarulhos – SP
Manager Online
Superior completo em Comércio Exterior. Inglês fluente e espanhol desejável. Experiência em toda rotina de importação e exportação.
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Assistente de Importação – 26/01/10
São Paulo – SP
Manager Online
Superior completo ou cursando. Inglês fluente. Experiência avançada em processos de importação. Conhecimentos em Informática. Fácil acesso a região.
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Analista de Relações Públicas Pleno – 26/01/10
São Paulo – SP
Manager Online
Profissional atuará na área de Relações Públicas, tendo como principais responsabilidades: tradução de material vindo do Japão, interface com o Japão, atuação em campanhas de Responsabilidade Social.
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Gerente de Logística – 26/01/10
Rio de Janeiro – RJ
Manager Online
Indispensável inglês fluente, experiência com comércio exterior, normas alfandegárias, importação e exportação. Conhecimentos em equipamentos náuticos. Estacionamento na empresa.
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Coordenador de Manutenção (Obras) – 19/01/10
Niterói – RJ
Loupe Consultoria RH
Para se candidatar a esta vaga, é necessário ter:vivência em cargos de liderança na área de Manutenção e Obras. O profissional irá desenvolver estratégias de prevenção, planejamento e acompanhamento; coordenar atividades da equipe de manutenção, o cumprimento da programação mensal e anual das manutenções preventivas e corretivas, bem como orçamento anual de recursos e coordenar obras e reparos de alvenaria, tetos, paredes, pinturas etc. Confeccionar relatórios, propostas e estudos de viabilidade de implantação de melhorias; coordenar processos de análise, elaboração de contratos e pareceres jurídicos, assegurando o cumprimento dos prazos legais estabelecidos.
Superior completo Engenharia Elétrica, Mecânica ou Mecatrônica;
Os interessados favor enviar o currículo para vinicius.boselli@loupe.com.br

Coordenador de Projetos MIS – 19/01/10
Rio de Janeiro – RJ
Loupe Consultoria RH
A Loupe Consultoria em RH está assessorando um dos maiores Grupos Nacionais na busca de um profissional que atenda o seguinte perfil: sólida experiência com gestão de equipe; vivência na condução de projetos e negociação/relacionamento com cliente interno e externo; confeccionar relatórios gerenciais. Desejável: bons conhecimentos de estatística e pacote office avançado
Formação Acadêmica: Superior completo.
Os interessados favor enviar o currículo para vinicius.boselli@loupe.com.br

Assistente de RI (Relações com Investidores) – 19/01/10
Rio de Janeiro – RJ
Loupe Consultoria RH
A Loupe Consultoria em RH está assessorando um dos maiores Grupos Nacionais na busca de um profissional que atenda o seguinte perfil: vivência no desenvolvimento de: relatórios mensais, análise da concorrência e do mercado, relatório anual, 20-F, apresentação institucional e outros estudos que possam vir a surgir. Bons conhecimentos de contabilidade e inglês. Domínio em Excel e PowerPoint.
Formação Acadêmica: Administração / Economia (Concluído ou em conclusão)
Os interessados favor enviar o currículo para vinicius.boselli@loupe.com.br

Assistente de Controladoria – 19/01/10
Rio de Janeiro – RJ
Loupe Consultoria RH
A Loupe Consultoria em RH está assessorando um dos maiores Grupos Nacionais na busca de um profissional que atenda o seguinte perfil: vivência no fechamento mensal e apuração de balancete. Já ter atuado com lançamentos contábeis, consolidação de Balanço. Participação na elaboração de Demonstrações financeiras (ITR-DFP/CVM) e publicação de Balanço anual. Atendimento a Legislação Sarbanes-Oxley. Atendimento a auditoria interna e externa. Análise de contas patrimoniais. Atendimento auditoria Externa/Interna. Análise de evolução de despesas. Análise de contas patrimoniais. Domínio em Excel. Domínio em PowerPoint.
Formação Acadêmica: Ciências Contábeis.
Os interessados favor enviar o currículo para vinicius.boselli@loupe.com.br

Engenheiro(a) Junior de Controle e Automação – 12/01/10
Rio de Janeiro – RJ
SLM Recursos Humanos
Irá trabalhar na área de Instrumentação e Automação como Consultor deSoftware. Desejável gostar de desenvolvimento de software e contato direto comclientes. Noções básicas de banco de dados (Preferência SQL Server) Conhecimento de programação em Visual Basic / C++ / Labview. Inglês Fluente ou Intermediário (cursando)
Os interessados devem enviar o curriculum para o e-mail: rh@slmrh.com.br

Engenheiro de Processos – 12/01/10
Local: Rio de Janeiro – RJ
SLM Recursos Humanos
Qualidades pessoais: Pró-ativo, determinado e responsável.
Trabalhar na área de Integração de Sistemas e desenvolvimento de software Informática. Conhecimentos na área de Engenharia de Processo (desenhos P&IDs, softwares de simulação de processo HYSYS, PROII). Domínio do sistema operacional Windows XP, Office. Conhecimento de programação: Visual Basic (VB6 / VB.NET) ou C(C++ / C#), ou conhecimento de outras linguagens. Conhecimento de alguma ferramenta CAD (AutoCAD, Microstation, etc.)
Os interessados devem enviar o curriculum para o e-mail: rh@slmrh.com.br

Engenheiro Químico
Local: Rio de Janeiro – RJ
SLM Recursos Humanos
Experiência com projetos de engenharia e com software para automação de projetos de engenharia. Experiência em programação VB.
Os interessados devem enviar o curriculum para o e-mail: rh@slmrh.com.br

Técnico de Meio Ambiente – 12/01/10
Local:
HR Oil
A Hr Oil, recruta para Empresa Multinacional do ramo de Petróleo, candidatos com o seguinte perfil: inglês (intermediário), formação técnico em Meio Ambiente ou área afim, curso de formação em meio ambiente de no mínimo 80 horas, experiência em lançamento de dutos offshore, curso de salvatagem CBSP, desejável experiência em projetos de mergulho, inglês intermediário. O Regime de trabalho é offshore 21×21. Aceitaremos CV’s de qualquer parte do Brasil, desde que o candidato considere trabalhar dessa forma e que tenha disponibilidade imediata para embarcar. Os interessados com o perfil acima, favor encaminhar CV em Português e Inglês para hroil@hroil.com.br – informando a pretensão salarial e escrevendo no título do e-mail, o cargo a que está se candidatando.

Analista de RH – Offshore – 12/01/10
Local:
HR Oil
A Hr Oil recruta candidatos com o seguinte perfil: inglês (avançado), formação superior em administração, psicologia ou áreas afins, experiência anterior em empresas e/ou consultorias do segmento de petróleo e gás e disponibilidade para início imediato. Aceitaremos CV’s de qualquer parte do Brasil, desde que o candidato considere trabalhar dessa forma e que tenha disponibilidade imediata para embarcar. Os interessados com o perfil acima, favor encaminhar CV em Português e Inglês para hroil@hroil.com.br – informando a pretensão salarial e escrevendo no título do e-mail, o cargo a que está se candidatando.

Técnico de Segurança – 12/01/10
Local:
HR Oil
A Hr Oil recruta candidatos com o seguinte perfil: inglês (intermediário), formação técnico em Segurança do Trabalho, registro no Ministério do Trabalho, desejável experiência em lançamento de dutos offshore (5 anos), curso de salvatagem – CBSP, desejável experiência em projetos de mergulho. O regime de trabalho é offshore 21×21. Aceitaremos CV’s de qualquer parte do Brasil, desde que o candidato considere trabalhar dessa forma e que tenha disponibilidade imediata para embarcar. Os interessados com o perfil acima, favor encaminhar CV em Português e Inglês para hroil@hroil.com.br – informando a pretensão salarial e escrevendo no título do e-mail, o cargo a que está se candidatando.

Cargo: Engenheiro Eletricista / Intrumen / Automação / Mecânico Industrial – 05/01/10
Grau de escolaridade: Superior completo
Experiência: mínimo de 5 anos na área
Disponibilidade para viagens e embarques
Cursos solicitados: BST
Os interessados devem enviar o curriculum para o e-mail:mauro@pontec.com.br

Cargo: Montador / Eletricista Industrial / Soldador /  Mecânico Industrial / Tubista – 05/01/10
Grau de escolaridade: Técnico ou Superior (completos)
Experiência: mínimo de 3 anos
Disponibilidade para viagens e embarques
Cursos solicitados: BST
Os interessados devem enviar o curriculum para o e-mail:mauro@pontec.com.br

Mais plataformas de produção offshore

•22 janeiro 2010 • Deixe um comentário

No artigo anterior descrevemos algumas das variedades de plataformas offshore de produção que permitem que empresas petroleiras atinjam locais de perfuração a profundidades de até mil metros. Mas existe muito petróleo sob os oceanos do mundo e poucos métodos de atingi-lo. Alguns desses conceitos podem eliminar a tradicional plataforma de exploração petroleira, enquanto outros aumentam ainda mais as proporções dos modelos apresentados nos artigos anteriores.

Sistema de produção flutuante essas plataformas tomam a forma de plataformas flutuantes semi-submersíveis ou de navios de perfuração. A idéia básica desse conceito é que, quando o poço for perfurado, boa parte do equipamento de produção pode ser montado no piso oceânico e o petróleo bombeado à superfície por meio de ascensores flexíveis. Enquanto isso, a plataforma ou navio fica em posição com suas âncoras ou um sistema dinâmico de posicionamento. A abordagem permite que as empresas petroleiras atinjam profundidade da ordem de 1.800 metros.

Plataforma de pernas de tensão – essa plataforma representa essencialmente versão ampliada da Sea Star, mas as pernas de tensão se estendem do leito do mar para a plataforma. Ela passa por mais movimento horizontal e certo grau de movimento vertical, mas permite que as empresas petroleiras perfurem em profundidade de até 2,1 mil metros.

Sistema submarino - essa abordagem toma a idéia de montar o cabeçote do poço no leito do mar e a aplica em profundidade ainda maior – mais de 2,1 mil metros. Depois que o poço é escavado por uma plataforma de superfície, os sistemas automatizados de transferência conduzem o petróleo e o gás natural até as instalações de produção, por meio de ascensores ou de oleodutos submarinos.

Plataforma de longarina – por fim, se por preciso escavar um poço em profundidade superior a três mil metros, a escolha mais adequada é a plataforma de longarina. Com ela, a plataforma de escavação fica no topo de um gigantesco casco cilíndrico oco. O extremo oposto do cilindro se estende 213 metros abaixo da superfície do oceano. Embora não chegue ao piso oceânico, o peso do casco estabiliza a plataforma, e uma rede de cabos e linhas se estende do cilindro para fixá-lo ao leito do oceano, por meio de um sistema catenário lateral. O conjunto de perfuração desce por dentro do cilindro e, de lá, até o piso do mar.

À medida que a tecnologia evolui e as reservas existentes de petróleo escasseiam, a exploração vai mergulhar ainda mais fundo. Essa combinação de águas mais profundas e poços de petróleo mais fundos representará desafio ainda maior para as empresas petroleiras.

Embora a tecnologia desempenhe papel vital na perfuração offshore, essas imensas construções também abrigam grandes tripulações de trabalhadores.

Por Prof. Alexandre Guimarães
nicomex@nicomex.com.br

DISPUTA FAMILIAR IMPEDE FUSÃO DE PETROQUÍMICAS

•14 janeiro 2010 • Deixe um comentário

A prometida criação da segunda maior petroquímica das Américas ainda depende de uma decisão familiar. A Quattor controlada pela Petrobras e a família Geyer, do Grupo Unipar, vive momento de dificuldade financeira, e estaria sendo pressionada pela Petrobras a abrir mão da empresa. Entretanto a divergência entre os irmãos Geyer sobre a oferta feita pela Braskem levam as negociações de incorporação para 2010.

Na semana passada, o empresário Alberto Soares de Sampaio Geyer obteve liminar paralisando a negociação entre Quattor e Braskem. “O negócio é lesivo ao meu patrimônio”, disse ao jornal Valor, o empresário que detém 24% de participação na Vila Velha se mostra contrário à união entre as empresas. Em seguida, ele apresentou uma proposta de compra de ações pertencentes às três irmãs da família Geyer no valor total de R$ 240 milhões.

O grupo formado pelos irmãos Alberto, Joanita, Maria, Vera e Cecília, que tem o filho Frank Geyer como seu curador, são sócias na Vila Velha Administração e Participações, holding controladora da Quattor. Entretanto, Joanita Soares de Sampaio Geyer deixou a holding após o acordo que resultou também no fim do processo que pedia a interrupção das negociações. Na ação, Alberto pede, além da paralisação do processo, que a venda das ações de Joanita seja invalidada.

Entretanto, os acionistas controladores da Vila Velha, holding pertencente à família Geyer, rechaçaram a proposta do acionista minoritário Alberto Geyer de comprar o controle da holding. Eles informaram ao irmão que a Vila Velha não está à venda e decidiram manter a negociação de fusão. Ainda assim a oferta deve ser analisada pelos demais sócios da holding até o próximo dia 4 de janeiro.

Segunda maior

A união da Braskem com a Quattor, caso se concretize, iria dar origem à segunda maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, atrás apenas da Dow, cuja capacidade instalada é de 5,703 milhões de toneladas/ano. Juntas, as brasileiras poderiam produzir até 5,506 milhões de tonelada.

Além disso, Braskem e Quattor praticamente dominam a produção de matérias-primas básicas de resinas termoplásticas, o eteno e propeno, embora a Petrobras também tenha capacidade para produzir 395 mil toneladas/ano do último item, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). As duas também são as únicas na fabricação de polietileno de baixa densidade linear e polipropileno e ainda as maiores em copolímero de etileno e acetato de vinila (EVA). Elas também ocupam posição de destaque em todos os outros tipos de resina.

Por Patrícia Nascimento
patricia.n@nicomexnoticias.com.br

Plataformas de produção offshore

•14 janeiro 2010 • Deixe um comentário

Assim que a fase de perfuração prospectiva está concluída e os geólogos determinaram que um reservatório de petróleo justifica as imensas despesas de exploração, as empresas petroleiras se preparam para estabelecer uma plataforma de produção offshore. Essas plataformas são projetadas para durar décadas e, muitas vezes, estão localizadas distantes da costa e instaladas em algumas das águas mais hostis da Terra.

As equipes de construção normalmente montam as plataformas em terra, perto do local de instalação e depois as transportam para lá. Os custos de produção dessas embarcações atingem as centenas de milhões de dólares. Existem hoje sete variedades diferentes de plataformas de produção.

Plataforma fixa – o projeto dessa plataforma enfrenta o desafio da exploração offshore da maneira mais direta e industrial. É preciso fixar instalações de produção sobre o local a ser perfurado? Então por que não construir uma torre gigantesca de aço e concreto e montar a plataforma sobre ela? Para compreender o volume de material envolvido em um projeto submarino como esse, considere que elas operam a cerca de 450 metros de profundidade. As plataformas são extremamente estáveis, apesar de sua base de concreto não estar fixada ao piso do oceano. Ela simplesmente fica no lugar devido ao peso imenso que sustenta. Mas em profundidades superiores a 450 metros esse formato deixa de ser prático em função dos custos de materiais.

Torre flexível - essas plataformas tomam a idéia básica das plataformas fixas e a tornam viável para operação entre os 450 e os 900 metros de profundidade. O projeto torna possível essa façanha ao utilizar uma torre de aço e concreto mais estreita. Mas enquanto as plataformas fixas são rígidas, as torres flexíveis são concebidas para oscilar com as forças do vento e do mar – e até mesmo dos furacões. Nesse sentido, assemelham-se aos arranha-céus modernos, construídos para oscilar com o vento.

Plataforma Sea Star – é basicamente uma versão ampliada do projeto semi-submersível de que citamos no artigo anterior. As instalações de produção ficam no topo de um grande casco submersível, em uma torre. Quando a porção inferior do casco se enche de água, ele afunda e oferece estabilidade enquanto mantém as instalações superiores elevadas e secas. Mas em vez de ser fixada ao piso do oceano por âncoras gigantes, a Sea Star é fixada por pernas tensionáveis, que são tubos longos e ocos que se mantêm rígidos o tempo todo e que impedem que a plataforma se mova na vertical. As pernas são flexíveis o suficiente para permitir movimento lateral, o que ajuda a absorver o desgaste das ondas e do vento. Essas plataformas operam em profundidades de entre 150 e mil metros e são normalmente utilizadas na exploração de reservatórios menores em águas profundas.

Por Prof. Alexandre Guimarães
nicomex@nicomex.com.br

VOCÊ SABIA? Encontrando petróleo

•12 janeiro 2010 • Deixe um comentário

Assim que a broca atinge o petróleo, uma porção final de revestimento conhecida como revestimento de produção é instalada até o fundo do poço. Essa seção termina em uma tampa sólida, o que fecha o poço em relação ao reservatório de petróleo que o cerca.

Pode parecer estranho selar o acesso à presa que acaba de ser atingida, mas o objetivo não é simplesmente fazer com que o petróleo e gás pressurizados ascendam à superfície, mas controlar o fluxo. Engenheiros enviam explosivos para perfurar o revestimento de produção em diferentes profundidades a fim de permitir que o petróleo penetre no poço. Isso permite que o petróleo e o gás natural cheguem à superfície sob menos pressão, e não como um jato explosivo à maneira de um gêiser.

Inicialmente, a pressão natural do reservatório subterrâneo de petróleo é suficiente para empurrar fluidos e gás para a superfície. Mais tarde, porém, essa pressão se reduz e o uso de uma bomba ou de injeções de gás natural, petróleo ou água são requeridas para conduzir petróleo à superfície. Ao acrescentar água ou gás ao reservatório, os engenheiros são capazes de elevar sua pressão, fazendo com que o petróleo volte a ascender. Em alguns casos, ar comprimido ou vapor é enviado poço abaixo para aquecer o petróleo restante, o que também aumenta a pressão.

Se aquilo que surgir dos poços for petróleo puro, depois disso basta apenas colocá-lo em reservatórios. Mas não é o que normalmente acontece e é por isso que as plataformas de perfuração offshore muitas vezes contam também com instalações completas de produção. O líquido que sobe à plataforma é uma mistura de petróleo cru, gás natural, água e sedimentos. A maior parte do trabalho de refino de petróleo acontece em terra, mas as empresas petroleiras ocasionalmente utilizam navios-tanques modificados para tratar e armazenar petróleo em alto mar. O processo remove as substâncias indesejadas do petróleo, antes do refino.

O gás natural se divide em duas categorias: seco e molhado. O gás natural molhado contém diversos líquidos vaporizados que precisam ser removidos por filtragem antes que se possa transportá-los. O gás natural seco, por outro lado, está livre desses poluentes. A essa altura, oleodutos submarinos e petroleiros transportam o petróleo e o gás natural para usinas de tratamento e instalações de armazenagem em terra.

Por fim, um poço se esgota ou os custos de desenvolvimento adicional superam o potencial de lucros futuros. Quando isso acontece, as empresas petroleiras tampam o poço e o abandonam. Elas removem as plataformas de suas bases – com explosivos, se necessário – e as transportam para outros locais ou rebocam para a costa onde serão vendidas como sucata. Em seguida, mergulhadores removem o revestimento abaixo do piso oceânico e selam o poço com concreto. Em alguns casos, porém, certas porções da plataforma permanecem e são lentamente ocupadas por formas de vida marinha.

Por Prof. Alexandre Guimarães
nicomex@nicomex.com.br

COTAÇÃO DO PETRÓLEO BATE RECORDE

•12 janeiro 2010 • Deixe um comentário

Durante essa semana que marcou o início do ano, a cotação do petróleo apresentou elevadas taxas, apesar das dúvidas dos analistas de mercado que essa alta se manteria em 2010. A variação da cotação está sendo influenciada pelo frio rigoroso nos Estados Unidos e Europa. Além disso, os preços têm afetado, principalmente, países como a Venezuela que por muito tempo concentraram suas atividades no petróleo.

No penúltimo pregão de 2009, os contratos futuros de petróleo subiram depois que o relatório semanal do Departamento de Energia dos Estados Unidos apontou um declínio nos estoques de petróleo e derivados. Tendência que só se confirmou com o frio rigoroso que atingiu os países do Hemisfério Norte. “Com o tempo frio teremos uma redução nos estoques de óleo para calefação”, disse Brian Milne, analista da consultoria Telvent DTN, para o jornal Diário Mercantil.

om o tempo frio teremos uma redução nos estoques de óleo para calefação”

No dia 05 de dezembro o contrato do petróleo para fevereiro negociado na New York Mercantile Exchange – Nymex – fechou em alta de US$ 2,15 ou 2,7%, para US$ 81,51 por barril – maior preço de fechamento desde 09 de outubro de 2008, quando o barril encerrou a sessão cotado a US$ 86,59. Porém a alta foi seguida na quarta (6) e quinta (7) respectivamente, nos contratos futuros do petróleo nos Estados Unidos amparados pelo tempo frio na véspera da divulgação do relatório semanal de estoques norte-americanos do produto.

Entretanto, um possível aperto monetário na China interrompeu uma sequência de 10 fechamentos positivos seguidos. A semana termina com os contratos futuros de petróleo abaixo de US$83 por barril. Os investidores preferiram se afastar de ativos de maior risco e buscar a segurança do dólar. A explicação dos analistas para a influência chinesa sobre os preços do petróleo é que a demanda do país asiático ofereceu suporte para o petróleo no ano de 2009, uma abalo na economia da China seriam sentidos imediatamente pelo mercado.

Porém, o país que mais tem sofrido consequências dessa variação na cotação do óleo é a Venezuela. O seu Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos) encolheu 2,9% em 2009, marcando o primeiro retrocesso após cinco anos consecutivos de um crescimento puxados pelos altos preços do petróleo no mercado internacional. O Banco Central venezuelano chegou a anunciar que o setor petrolífero recuou 6,1%, ao passo que o segmento da economia não ligado ao mercado do petróleo teve queda de 1,9%.

Por Patrícia Nascimento
patrícia.n@nicomexnoticias.com.br